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Vamos lá. Imagine aí aquele cafezinho esperto, delicioso, quentinho, com aquele aroma de despertar a vontade em qualquer um, acompanhado de um belo pão de queijo, bem cara de comercial mesmo. Mas então vem o lado negro da história. Pra ser atendido é preciso ameaçar uns e subornar outros, influência não surte efeito, nada literal isso, apenas o grande vilão, o lado negro da força tem utilizado com maestria esse ponto fraco para derrotar muitos Jedi’s. 

A questão é atendimento, mas não apenas isso. Atender bem é essencial e nem vou falar sobre educação ao atender. Além disso, o ambiente, a comunicação na loja e outros detalhes contribuem para que o processo de atender bem aconteça perfeitamente e o resultado disso faça o cliente voltar, comprar, indicar, elogiar, amar e o que mais for possível. Vender é uma arte, não é fácil, precisa de técnica, estratégia e um pouco disso:

 

Voltando à cena do início do texto, se você for cliente e mal atendido simplesmente nunca mais volte nesse lugar. Agora, se você está do lado do “pessoal que atende”, você tem algumas opções. 

- Identificar falhas e melhorar o atendimento é possível. 

- Comportamento do consumidor: descobrir o que seu cliente quer, suas ações e atitudes desenvolvidas podem revelar e direcionar ações. Depois, oferecer isso ao cliente é interessante. 

- E se, por força de algum cosmo interestelar, sabe-se lá o que é isso, não quiser fazer nada em relação aos pontos de “melhoria do atendimento”, sei lá... Jogar na mega, acertar, ficar milionário, não precisar mais trabalhar e viver viajando pode ser uma boa opção também. 

Agora, como dizem: “nem tudo é perfeito”. O atendimento pode ser primoroso e tudo ocorrer devidamente como deve ser que ainda poderá ter reclamações. Para alguns clientes “exigentes” demais, aí vai uma excelente técnica para os atendentes.



Postado por Cézar Santos, que a força esteja com vocês.

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Mulheres. De todas as cores, de várias idades ou de muitos amores. Mulheres cabeça e desequilibradas, confusas, de guerra ou de paz. A música popularizada na voz de Martinho da Vila diz muitas verdades. Pode ser em casa, no trabalho, no Brasil ou em Vênus, mulheres são complexas. Consequentemente, as marcas do universo feminino também. 

Criar para uma marca feminina é como conquistar uma mulher. A gente troca olhares, depois chega junto e se apresenta. Perdemos noites pensando nela e pesquisando seu passado em redes sociais. Imaginamos seu futuro, escrevemos sobre ela e falamos dela para os amigos em rodas de bar. Fazemos juras de amor e também passamos raiva. Comparamos com outras, tentamos entendê-la conversando com amigas e buscando referências. Fazemos tudo o que nossa criatividade do cromossomo Y consegue realizar e, depois, torcemos para que funcione. Quando dá certo, comemoramos. Quando dá errado, voltamos para as rodas de bar e recomeçamos. Um novo brainstorm. Um novo tipo de conquista. 

Depois que já temos um relacionamento mais sólido com a marca e, com uma mulher, descobrimos muita coisa. Não se fala pano, mas sim tecido e, ainda por cima, existem centenas. Maquiagem não é só batom. Uma bijuteria pode ser mais cara que uma joia. Entendemos o porquê de tantos sapatos e bolsas, mas ainda assim achamos isso um absurdo. Com o tempo aceitamos, de bom grado, os jobs e as vontades das mulheres, cheias de manha, dengo e chiliques. Aceitamos, reclamamos, mas gostamos. Não ficamos sem. 

Com exceção de Mel Gibson no filme “Do que as mulheres gostam”, acredito que nunca vamos saber o que realmente agrada uma marca feminina, ou uma mulher. Elas são voláteis. Sensíveis, bipolares, tripolares ou todos os pólos. São tudo aquilo que Martinho canta e muito mais. Sinceramente? Ainda bem. Afinal, qual a graça se não fossem?

 

Postado por @Douglas__Bastos

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Se tem na lista, a Grafitte tem. Já começou a contagem regressiva para a volta às aulas. Quem gosta de dormir até tarde, aproveita enquanto pode. Quem é pai ou mãe e sente aquele desânimo na hora de adquirir os materiais, a gente tem um recado: na Grafitte você pode encontrar tudo o que precisa. Desde aquela mochila do personagem favorito do seu filho até aquela toalhinha individual para bordar o nome dele. Aquele fichário cheio de ‘fluflu’ até o caderno mais radical de todos os tempos. 

A estratégia definida pelo planejamento da Mercatto foi utilizar o apelo ‘facilidade de comprar tudo no mesmo lugar’, ou seja, o consumidor não precisa comprar um pouco aqui e outro ali’. O mote da campanha ‘Se tem na lista, a gente tem’ também é uma ideia que partiu do núcleo estratégico da agência. Aí ficou fácil para a criação trabalhar situações que envolvessem o tema ‘lista’ e reforçar esse conceito na mente do consumidor. Foram produzidos filmes de 15 segundos para aumentar a frequência e também um spot que já estão no ar. O resultado você confere a seguir.

 








Dupla de Criação: Allan Candido e Simone Tosato
Núcleo Estratégico: Dayane do Nascimento, Cézar Santos e Leandro Magalhães
Produção: Camila Campos
Gestora de Conta: Juliana Alencar
Produtora Filmes: A Produtora
Produtora Spot: Technológica

Postado por @Simone_Tosato

Eis a arte de se reinventar para exercer o misterioso ofício da criatividade. Quem embarca nessa louca viagem, aprende logo de cara que padrão é para ser mudado e que todo dia você vai aprender algo novo. E por mais que um publicitário adquira muito conhecimento teórico e muita experiência, ele nunca fica imune às surpresas, tanto boas, quanto ruins. Aparecem jobs que nem o cliente sabe o que quer, mas por outro lado existem aqueles que são uma grande oportunidade de acertar na mosca e encantar o cliente, depois toda a equipe vai pra casa com o peito cheio de orgulho.  

O incrível dessa profissão é o poder e ao mesmo tempo a responsabilidade que se tem nas mãos. Afinal, algumas das palavras que solidificam o relacionamento entre agência e cliente são: venda e crescimento, de ambos. Além, é claro, da importância que a propaganda tem na economia de um país. Já pensou uma rede de varejo sem anunciar suas promoções? E de que maneira o publicitário lida com cada um desses aspectos? A resposta está na paixão entre ele e o famoso público-alvo. O publicitário mergulha em um incansável desejo de chegar mais perto, conhecer e entender os sentimentos dessa galera. Por fim, faz um esforço gigante pra agradar a todos, pelo menos à maioria deles.  

Ser apaixonado por essa vida é um desafio pra lá de envolvente (mesmo com o prazo estipulado pra ontem). É amar esse desafio e fazer as pessoas sorrirem mais, nem que seja por 30 segundos a mais. É capturar um olhar distraído e transformá-lo em emoção. É, sobretudo, fazer as pessoas enxergarem o mundo de um jeito diferente, de um jeito bem melhor.

Confira um comercial que fez um tema, aparentemente “sem graça”, ficar surpreendente:


Postado por @arturalmeida_

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Muitas vezes nos deparamos com a tarefa de dar nome a algo ou alguém. Desde brinquedos, com os nomes mais mirabolantes que uma criança pode criar, até bichinhos de estimação. E sabemos que não é fácil ser original, afinal de contas, quantos Rex e Belinhas a gente não vê por aí. E se isso já não é fácil com as nossas coisas, imagine dar nome a algo de outra pessoa.

Dar nome a marcas não é um trabalho simples. Esse processo, chamado de naming, é feito através de uma série de técnicas e estudos, o que significa que está longe de ser apenas “a escolha de um nome”. Mas também não quer dizer que não seja algo divertido de fazer.

Antes de qualquer coisa é preciso entender que nem sempre o cliente tem o gosto parecido com o seu. É a realidade daquela famosa frase que diz que “gosto é igual ao... nariz. Cada um tem o seu”; e vale lembrar daqueles nomes que algumas pessoas têm graças ao gosto um tanto exótico dos pais.

Mais do que identificar, um nome de uma marca deve refletir em como o cliente quer ser visto, condizer com seus valores e posicionamento, além de, é claro, se encaixar no segmento em que vai atuar. Por exemplo: nem a melhor defesa do mundo convenceria que “Sassaricando” seria um bom nome para uma rede de churrascarias.

Segue algumas situações onde o bom senso não veio junto do “briefing”:





Achar um nome fácil de ler e memorizar, com boa sonoridade, original e que seja ligado ao conceito da marca (torna o nome muito mais rico); são alguns macetes que podem ajudar na hora da criação. Seguindo isso, é só deixar a imaginação fluir.

Eduardo Madalosso

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A Mercatto está contratando diretor de arte. O contato pode ser via e-mail: querosermercatteiro@mercattocomunicacao.com.br. Divulguem \o/



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