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Com o tema “O poder das mídias sociais: mais que uma tendência, uma realidade” surge o inédito #SMMT – Social Media Mato Grosso, popularmente batizado de 1º Fórum de Marketing Digital Mato Grosso. A proposta é compartilhar experiências de profissionais e usuários desta nova revolução social e moral, que são as mídias e redes sociais, visando a elaboração de estratégias de marketing digital para internautas e empresários.

O diferencial do #SMMT consiste em sua estrutura, trazendo blocos de palestras nacionais e regionais, interação do público com os palestrantes, apresentação de cases e momentos para networking.

PALESTRAS – São cerca de 8 nomes do cenário nacional e regional que empreendem, estudam e pesquisam sobre o universo online e vão debater no #SMMT. Entre os palestrantes nacionais estão o head de social media da DM9DDB/SP, Bruno Tozzini, especialista em novas mídias; o diretor de arte do núcleo digital da ALMAPBBDO/SP, uma das mais premiadas agências brasileiras, Tiago Marcondes, responsável pelas concepções gráficas dos projetos de inovação; o especialista em planejamento digital da F.BIZ/SP, Luiz Felipe, responsável pelo planejamento de ações digitais; e o blogueiro e editor do Papo de Homem, Fred Fagundes, responsável pelos textos mais másculos da internet brasileira, que dividirão espaço com alguns nomes do



Eu, Leandro Magalhães, fui irresponsavelmente convidado para um debate no evento. Dividirei a “mesa regional” com os competentes e queridos colegas Lisandro Castro, Matheus Moraes, Daniel Soares e Marcus Paulo. Fico muito feliz em ter a oportunidade de discutir o assunto digital no mercado local. Certamente existirão divergências e opiniões diferentes. Na verdade, é o que espero.

Espero também ver muitos estudantes no auditório. Sinto que existe uma certa magia na área de Social Mídia que precisa ser desmistificada. Vamos tentar aplicar um olhar um pouco mais prático para algo que parece tão bonito na teoria.

Fica aqui o meu convite especial para todos. E, em nome da Mercatto Comunicação, parabéns ao Papo Criativo por mais esse belo projeto. Espero vocês lá. Abraço.


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Acontece dia 26 de Outubro as 19h no auditório da gráfica print o 2º Workprint. A entrada é grátis. Não deixe de participar.

Clique na imagem para fazer a inscrição.







Estudantes e profissionais das áreas de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Design de Moda estão convidados para a 11ª Semana da Comunicação da Universidade de Cuiabá (Unic) que acontece nos dias 24 a 28 de outubro, no auditório do estacionamento da Unic, campus Beira Rio. No dia 25, terça, nossa diretora de criação, Liliane Coelho, participará de um painel de discussão sobre o conteúdo das propagandas locais. Confira detalhes a programação.

A Semana também será palco do 4º Seminário de Pesquisa em Comunicação da Unic e o 2º Prêmio Unic de Criação, sendo que este último somente alunos da Faculdade de Comunicação Social (FACS) da instituição podem se inscrever.






Programação


Segunda-feira(24 de outubro de 2011)
19:00   
Solenidade de abertura do evento
Composição da mesa: Emanuel Santana – Diretor da Faculdade de Comunicação Social
Álvaro Fernando Marinho – Coordenador do curso de Jornalismo
Verena Fazolo – Coordenadora do curso de Moda

20:00
Marcas e comunicação: autenticidade a partir do DNA
Dr Luiz Salomão Gomez Ribas – Universidade Federal de Santa Catarina

Terca-feira(25 de outubro de 2011)
Manhã- 08:00
 3º Seminário de Pesquisa em Comunicação da Unic

Noite
19:00
Painel: Como está o conteúdo nas propagandas locais?
Painelistas:
Gustavo Vandoni – FCS
Liliane  Coelho – Mercatto Comunicação
Antônio Queiroz – Genius Publicidade

20:00
A comunicação na linha do tempo: 1989 a 2011
Ênio Castilho – Coordenador de Comunicação do sistema FIEMT


Quarta-feira(26 de outubro de 2011)
08:00
3º Seminário de Pesquisa em Comunicação da Unic

19:00
Editoriais de moda e Internet - novos caminhos
Fran Pimentel Mello – Universidade Veiga de Almeida e Senac Rio de Janeiro

20:00
Desfile da coleção apresentada pelos acadêmicos do curso de Moda

Quinta-feira(27 de outubro de 2011)
08:00
3º Seminário de Pesquisa em Comunicação da Unic
19:00
Banalização da Criação com João Vicente Cegato Bertomeu
20:00
Entrega do Prêmio Unic de Criação

Sexta-feira(28 de outubro de 2011)
19:00
Painel: Como produzir conteúdo no telejornalismo local?
Painelista 1:          Luzimar Collares – TV Centro América
Painelista 2:          Franchesca Bogo – TV Cidade Verde
Mediador:            Álvaro Marinho – Coordenador do curso de Jornalismo da Unic

20:00
Produção de Conteúdos Digitais Interativos e Inclusão Social
Dra Cosette Espíndola de Castro – Universidade Católica de Brasília


Vem do rock dos anos 90, na voz tão questionada de Paula Toller, um desafio que é matéria prima da psicologia, da educação e, também, da propaganda: a difícil arte de dizer “não”.

Por que para muitos de nós isso é tão difícil? Por que ainda é tão complicado mostrar que a urgência de um prazo geralmente compromete a qualidade do trabalho? Por que é tão dolorido convencer um cliente de que o comercial teria mais sucesso se o conceito aparecesse mais do que o produto? Freud, Jung e todos os estudiosos da área provavelmente criariam centenas de explicações para isso. Por hoje, prefiro buscar minhas próprias respostas.

A primeira delas é que, quando crianças, a maioria de nós já ouviu mais “nãos” do que gostaria. E ouvir “não” é chato, ruim e restritivo. A gente se rebela contra os “nãos”. Consciente ou inconscientemente. 

Teorias publicitárias dizem que ignoramos as negativas em uma frase e fazemos exatamente o contrário do que ela nos pede. Então, se a voz de comando nos diz “não fique aí parado”, lemos assim: “fique aí parado” e obedecemos ao que nos convém. Deixando de lado o julgamento de contemporâneo ou atrasado, esse raciocínio parece ter razão de ser (e olha que sou uma das defensoras de que o “não” em uma frase já rendeu vários cases de sucesso na propaganda). O fato é que, se ouvir “não” já é difícil para uma criança que usa fraldas, imagine para um empresário bem sucedido que fez por merecer um título respeitável na porta do escritório! Se esse “não” vem de uma pessoa mais jovem, muitas vezes da área de Criação e com o agravante de uma tatuagem que grita e um cabelo que não sabe se comportar, o desafio é maior ainda. Isso talvez nem Freud explicasse.

A segunda razão que me ocorre é que, muitas vezes os “nãos” chegam sem argumento. Não sei como foi a sua infância, mas na minha, os adultos não se preocupavam em explicar por que uma criança não devia enfiar o dedo na tomada, se intrometer na conversa dos mais velhos ou ficar acordada até tarde. A resposta era sempre: “não e pronto!”. Muitas vezes é esse “não sem por que” que oferecemos aos nossos clientes. E quando falo neles, lembro que também temos os clientes internos. Sim, os Atendimentos também são um desafio. Como dizer para eles que o mundo caiu na sua cabeça e por isso a idéia “não fluiu”; que o layout “não rolou” e que a frase maravilhosa que ele sugeriu tão brilhantemente “não cabe no contexto”? Bem difícil às vezes. E, se essa pessoa não se convence, é triste, mas pelo menos metade da sua campanha já era. Começa aí o desafio de mostrar que o seu “não” tem razão de ser. Se a explicação vier acompanhada de respeito na fala, argumentos embasados e um plano B, parabéns! Você está prestes a ouvir um “sim, eu remarco a reunião, sem problemas”. 

Mas e quanto ao cliente que nos contrata? Esse que desencadeia o ciclo da propaganda? Ele também aceita um “não bem feitinho”? Minha experiência diz que nem sempre. Mas também me mostra que um “não” bem dito pela agência pode se transformar em um “sim” bem aceito pelo cliente. E quando isso acontece, a confiança entre os dois elos se fortalece. Tem início aí um tipo de relação no qual o cliente não é tratado como um pai controlador e nem a agência é rotulada como uma criança mimada. As duas partes começam a falar a mesma língua e a entender que, não se trata de vencer ou perder uma discussão, ou de deixar o outro de castigo, mas de fazer o que é melhor para a empresa e para a marca. 

Fico feliz em perceber que, em vários anos de profissão, consegui estabelecer esse tipo de diálogo com alguns clientes e, hoje, a sensação que tenho é a mesma da Paula Toller: “dizer não é dizer sim. Saber o que é bom para mim. Não é só dar um palpite, é mostrar o meu limite”. 

E, se depois de ler mais de vinte “nãos” nesse texto você ainda está julgando se a cantora tem qualidade musical, encerro dizendo o seguinte: alguém que teve a coragem de segurar um gel com glitter no cabelo e erguer a bandeira de que “não é preciso concordar em tudo”, merece sim, todo o meu respeito.


Postado por Liliane Coelho que já está tendo que aprender a dizer “não” para o Miguel. E olha que ele só tem nove meses.


No Fantástico Mundo de Bob...digo, de publicitário, hora ou outra nos deparamos com alguns problemas crônicos dessa área.

Quem nunca passou uma manhã ou uma tarde (#noite) se revirando e contorcendo na cadeira, já descabelado, tentando achar o que mais de texto é possível cortar naquela peça (VT/Jingle/Spot) para que possam caber aquelas queridas informações “extremamente necessárias” que chegam de última hora?

Melhor ainda(pior!) quando o texto perfeito soma 33 segundos e qualquer vírgula a menos muda toda a linha criativa...

Se você é publicitário da parte de criação (ta bom, ta bom: redator) e isso ainda não aconteceu com você, não se preocupe, porque vai acontecer. Essa praga é tão letal quanto a Lei de Murphy.

Mas enquanto lutamos com isso, uma boa alternativa é abusar de referências que venceram a briga do tempo e se tornaram grandes campanhas, provando que peças pequenas podem ser mais do que apenas adaptações.

Segue uma campanha surpreendentemente cômica da Tramontina que mostra essa possibilidade. Simples, direta e certeira. Como uma “facada”:


Então é isso: arregacem as mangas e comecem a pensar “menor”. 15 segundos as vezes são suficientes... Mas bem que poderiam ser 18 neh?!


Postado por @dumadalosso, que é fã de “bons” jingles

Post para sacanear/homenagear nosso redator Thiago Ormond. Coloca o fone meu amigo e divirta-se com essa playlist preparada especialmente pra você:



Postado por Leandro Magalhães que não aguenta mais receber convite para o Disco Clube.

Na noite da sexta passada (20) foi realizada a entrega do Prêmio TVCA de Criação e Vídeo. Segundo a Globo de Mato Grosso foram quase 400 peças publicitárias inscritas sendo 30 finalistas.

Além da premiação, o novo portal de notícias de Mato Grosso foi lançado. A partir de agora, o site de notícias da TV Centro América faz parte do portal da GLOBO.COM.

A Mercatto foi finalista na categoria Órgãos Públicos com dois vídeos criados para o Governo do Estado. O vídeo intitulado “Adoção” levou o ouro:


Produção: Macro Vídeo - Goiânia

Na minha modesta e insignificante opinião, o material publicitário criado em nosso Estado tem melhorado consideravelmente tanto no quesito criativo quanto no cuidado estético. O que se produz hoje em Mato Grosso está cada vez mais próximo do que se produz no cenário nacional. Apesar das verbas continuarem limitadas, o ano passado e esse meio ano de 2011, nos mostrou um mercado publicitário local muito mais maduro. Mérito das agências, das produtoras e dos anunciantes que exigem e, principalmente, arriscam cada vez mais.

Esse promissor cenário não limita-se ao veículo televisão. Até o rádio, que normalmente é o patinho feio da história (injustamente) tem me surpreendido com bons jingles e engraçados spots. É bom trabalhar em mercado competitivo, é ótimo ver colegas que passaram anos estudando fora voltando ao nosso mercado e botando pra quebrar. É excelente ver os alunos do ICEC vencerem a categoria acadêmica deixando pra trás concorrentes tradicionais como os alunos da RONDON, UNIC e UFMT.

Como o prêmio não é a melhor maneira de reconhecimento da qualidade do mercado publicitário. Fica aqui o meu singelo parabéns a todos os malucos que fazem do bagaço o doce da publicidade mato-grossense.



Postado por Leandro Magalhães que não foi ao prêmio porque estava rolando uma festa lá no seu ap.

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Se você é daqueles que acha que pode mudar o mundo, está sempre antenado a tudo que acontece, vive tendo idéias mirabolantes e opinando em tudo que os outros fazem? Saiba que sua mãe está certa: você é chato. Mas fique tranquilo, existe um lugar pra você nesse mundo,
E melhor ainda, um Great Place to Work.


Vamos lá!
Se você está cursando ou já concluiu o curso superior, envie o seu currículo com as seguintes indicações:

a) Um trabalho realizado que trouxe satisfação pessoal e profissional (pode ser monografia) e explicar por quê;
b) Um parágrafo explicando por quê você se interessa pelo planejamento;
c) Sua pretensão salarial ou o seu último salário.


Pra gente saber qual é a pegada do seu trabalho, temos um job onde você poderá demonstrar seu talento.

Descrição:
1.Escolha uma marca de sua preferência.
2.Descreva qual o papel dessa marca na vida dos consumidores.
3.Analise o cenário em que ela está inserida, seus concorrentes, ameaças e oportunidades.
4.Identifique um problema de comunicação.
5.Pense em uma solução e escreva sua defesa.
6.Indique uma forma de avaliar os resultados.
7. Coloque tudo isso em uma apresentação de Power Point com 15 slides, no máximo.


Ufa! É só isso! Depois é só enviar o currículo e a apresentação para mercatto@mercattocomunicacao.com.br até o dia 05/04/11.

OBS: Você será avaliado como um assistente de planejamento, não como um Steve Jobs da vida. Então relaxe, solte a sua criatividade e boa sorte!


Postado por Lucas que não é do planejamento mas acha a planner daqui sangue bom demais da conta!

Na última terça-feira a Mercatto prestou uma singela homenagem a algumas pessoas que foram ou são peças essências para a força motora que move a agência. Os escolhidos, que agora figuram na parede da fama, passaram pelo crivo da diretoria, pelas dificuldades do dia-a-dia, pelas exigências do mercado, dos clientes e pelo principal motivo que fez com que suas mãos ficassem eternizadas no gesso: mais de quatro anos de Mercatto. Isso mesmo, quatro anos trabalhando na mesma agência. Raro!

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Os homenageados foram, Luciana Mello, Kátia Mello, Paula Figueiredo, Ronaldo Souza, Lauriane Lima, Thiago Ormond, Milton Dias, Telma Cheida, Dayane Nascimento,Francisca Albuquerque, Sullen Biaseto.
Parabéns pra eles e pra todo mundo que faz parte dessa história e que tem o dom de transformar esse lugar em muito mais do que trabalho.

Postado por Lucas, seu malandro!

Ontem a noite o bar Fundo de Quintal teve a estimada honra de receber em suas dependências típicos exemplares de um espécie rara de gente. Gente que bebe, que dança e que é feliz: os publicitários. Embuídos por um sentimento que os tornam muito parecidos (leia-se: escravidão pós-moderna), a rapaziada tomou aquela bem gelada, tirou onda com os fornecedores, falou mal dos patrões e aproveitou pra renovar o estoque de trocadilhos infâmes.




Encabeçado #ui pelos rapazes do blog PropagandaMT (o sorriso aí de cima é de um deles), o happy-hour coorporativo mais mal frequentado no planeta aconteceu pela segunda vez e foi bem legal. Acho que no próximo já tem que rolar caldo-de-feijão e pagodinho para que os brotos do atendimento façam a alegria da rapaziada, né não?

Postado por Lucas, o @akagordura, que tomou uma gelada,
comeu Antero e foi pra casa feliz.

Durante o fds Cuiabá viveu um importante momento na evolução do marketing digital autoctone: o Curso de Novas Mídias promovido pelo @papocriativo. No auditório da livraria Janina do @pantanalshop, geeks, nerds, roqueiros barbudos, blogueiros hypados e publicitários das mais diferentes espécies ouviram @tozzini (head de Social Media da DM9DDB) falar sobre suas vivências e experiências em ações nas mídias sociais e digitais.

Durante os dois dias de curso a cuiabanada e agregados sentaram o bum-bum na cadeira pra receber uma enxurrada de novos conhecimentos, novas referências e novas possibilidades apresentadas de forma descolada e bem-humorada pelo camarada Bruno Tozzini. Lá a galera percebeu que gerir a imagem de uma marca na internet é mais que um job na pauta da criação, que a rede mundial de computadores pode ser um campo minado ou fértil, que a graça das mídias sociais é um conteúdo bacana, e que "inventar coisas" sobre a qualidade dos produtos ou serviços não funciona.

Se o curso deu resultado? Só o tempo dirá. Vamos ver como os twitters e facebooks coorporativos vão se comportar a partir de agora.

Ahh, se você quiser dar uma olhada no material que o professor apresentou, clique aqui.


Postado por @akagordura que queria ter
20 músicas e um show de duas horas.


Ao perguntar pela agência a quanto tempo ele estava aqui, ninguém respondeu. Havia chego antes de todo mundo. Não se sabe como e nem porque, mas foi escalado como motorista oficial. Para ser isso, nego não pode fazer corpo mole, reclamar do calor, do trânsito da Miguel Sutil ou das coisas chatas do cotidiano. Para caras assim, tarefa dada é tarefa cumprida!

Desse jeito, a saga do Ronaldo começou na Mercatto.

Típico brasileiro que não desiste nunca, Ronaldo (que leva a carinhosa alcunha de Patrão) entrou na arena sem saber e quando caiu em si, viu que era o capitão de seu exército e que estava na linha de frente da batalha mais importante da sua vida: a superação.

O instinto e o destino fizeram dele um homem com personalidade forte, com brilho no olhar, daqueles que inspiram confiança até nos mais desconfiados. Para ele cada dificuldade é um novo desafio, e se tem uma coisa que Patrão entende, é de vencer desafios.

Pense... Se Ronaldo seguisse o curso natural de sua vida ainda seria o motorista, ainda faria as mesmas coisas, teria os mesmos problemas, as mesmas alegrias e, é lógico, o mesmo salário. Mas não. Patrão foi ousado, estava na hora certa e no lugar certo, teve a conduta certa, se relacionou com as pessoas do jeito como as coisas devem ser.

Com o passar do tempo ele percebeu que tinha afinidade com os manos da finalização e viu que um dia poderia deixar de ser o leva-e-trás da Mercatto e trabalhar numa cadeira confortável no ar-condicionado. Visto isso, botou na cabeça que ia ser arte finalista. Pronto.

Ontem Ronaldo liberou o primeiro tablóide que diagramou sozinho. Alegria para o Wlademir que é líder e vê seu pupilo caminhando com as próprias pernas. Alegria pro Kesley que desafia Patrão e lhe ensina com a maior paciência do mundo. Alegria pro atendimento que recebeu um e-mail do cliente dizendo que estava tudo perfeito e não precisaria alterar nada. Alegria pra todo mundo na agência que tem o Ronaldo como um amigão.


Música maestro:






Postado por @akagordura que vê no Ronaldo
uma referência de superação e empenho!

O sonhado verão está acontecendo nesse exato momento. As praias estão abarrotadas de gente. Micro-biquinis desfilam vestindo corpos esculpidos pela mãe natureza. Vez em quando um camarãozinho, sempre uma gelada e nunca a rotina das outras estações.

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É neguinho, o mundão lá fora fervilhando e você na frente do computador. HAHAHA.

Não pode ficar nessa não amigo, tem que se virar, estudar, trabalhar, botar pra rachar, surpreender e, quem sabe, você dá um pulinho em Floripa no verão que vem. Se liga nessas escolas especializadas em transformar criativos potenciais em profissionais preparados para matar qualquer job do planeta.

Escola Cuca
Lemon School

É isso. Aproveite esse tempo que tá sem fazer nada e bota essa cabeça pra funcionar.


Postado por @akagordura

Logo cedo o cara chega na agência, abre o Publi, respira fundo e confirma o motivo pelo qual perdera mais uma noite de sono sossegado: tem tablóide de 20 páginas pra entregar até as 15h. Eu disse até às 15h. Conformado com essa situação, já que não é a primeira vez que isso acontece, o camarada começa a preparar e organizar o conteúdo da peça. Separa as fotos por ordem (elas não foram recortadas nem tratadas, sic), atualiza o texto jurídico de 4000 caracteres, imprime os preços dos produtos, bota o fone no ouvido, clica no random do player e deixa o Mano Brown falar sobre suas experiências enquanto corre contra o tempo.

- Ih, tá faltando a foto da ração para cachorro, 2,5kg, sabor toicinho de porco, edição especial cão babão feliz 2010. Liga pro cliente e fala que desse jeito não dá pra entregar no prazo.

E isso é só um tablóide, camarada. Lembre-se de que tudo que sai da agência, eu disse tudo, passa na mão do pessoal da finalização. Seja pra ajustar o tamanho, pra definir a cor exata de acordo com o material do impresso, pra dar trocentos efeitos no anúncio que é montagem mas deve parecer real, ou pra tirar a estria do bumbum do anunciante que insiste em botar a filha pra ser modelo da loja de biquinis.
Mas nem tudo na vida são trevas, bicho. É bacana ver que os detalhes executados pelo finalista tornam as peças mais funcionais. Ele é o cara que tem a moral de visualizar as peças produzidas antes mesmo de saírem da agência.

Eu ia tentar fazer uma analogia que relacionasse o trabalho do finalista com o acabamento de uma casa, mas como sou publicitário e já fui da redação, achei clichê.
Pra finalizar o post - ahn? ahn? sacou a sacada? - vou colocar um vídeo porque tenho que voltar pra briga com minha pauta.




Postado por @akagordura que se borrava de medo
quando tinha que assinar a liberação
das peças que criava.


A pior coisa para um escritor ou roteirista (no meu caso) é a crise criativa. Você tem que escrever, precisa escrever e...nada! Um dos sintomas da crise criativa é a sensação de vazio no cérebro. Você quer escrever e...nada! Assunto tem, mas você não consegue transformar isso num bom texto.
Na semana passada, por exemplo, a agência estava “bombando”, não só de trabalho, como também de festas e, mercatteiro que se preze, adora uma. Teve chá de fraldas do Miguel que, em breve, estará entre nós (não vejo a hora de ver o rostinho dele!); teve a emocionante despedida do Rubens, que era nosso motorista superman e também teve uma surpresa para o Lê ( @leandro_mkt ): a galera o presenteou com um laptop. Por quê? Semanas atrás, sua principal ferramenta de trabalho foi roubada de dentro do carro que estava estacionado em frente à agência, enquanto ele organizava uma homenagem às meninas (Adel, Fernanda e Liliane) pelo prêmio Great Place to Work. O que mais me surpreendeu no Lê é que, mesmo estando chateado com o assalto, ele mostrou força, não deixou “peteca cair” e comemorou conosco mais uma vitória da Mercatto.



E é essa força que me faz também não desistir de tentar escrever (além das visitinhas no @akagordura à minha mesa, lembrando do post que tenho que enviar).
Mas, mercatteiro que se preze, sabe ser amigo e se sensibiliza com o colega de trabalho nos momentos bons e difíceis. Seja uma festinha de despedida, uma cotinha pra comprar um laptop ou um incentivo para roteiristas com crises criativas.




Postado por @akagordura mas escrito pela
cineasta/RTV/Mãe/Professora/etudomais Babi Fontes.

Sabe quando você chega cedo na agência meio ressaqueado pelas cervejinhas do dia anterior, meio triste porque a pauta tá gigante, meio feliz porque segunda é feriado, meio despenteado porque dormiu com o cabelo molhado e meio gripado porque tem choque térmico toda vez que sai da criação pra fumar? Então, o que tenho pra hoje é isso. Mas quando você entra pela porta e dá de cara com a secretária que tem um cabelão comprido, ela tá toda maquiada e com as madeixas amarradas de um jeito que parecem te provocar. As coisas começam a melhorar. Bom dia!

Você passa pela recepção, entra no corredor e dá uma espiada na sala da chefa. A chefa não bixo!

Você segue para a cozinha pra tomar sua dose matinal de cafeína e antes de adentrar ao recinto já sente que algo diferente acontece lá dentro. Gargalhadas, gritaria, fusuê, muvuca. A mulherada está em polvorosa, falando pelos cotovelos, como se as palavras fossem acabar dali a alguns minutos.

Mas por que isso? Tem dias que elas tão com cara de criança birrenta, não dão nem bom dia e arrancar um sorriso do rosto delas é missão impossível! O que rola na sexta-feira, meu camarada? Sinceramente eu acho que não tem nada a ver com a sexta e sim com a quinta à noite, saca? Ontem teve prêmio, champa pra lá, sorriso fácil pra cá e o resto fica por conta da imaginação de vocês, afinal isso aqui é um blog corporativo.


Postado por @akagordura que fica reparando muito
no que acontece ao seu redor

Hey amigo, me vê um caldão de cana pra viagem e um pão de queijo sabor borracha – foram as primeiras palavras ditas pelo new media que acordou atrasado por conta da cama nova que ganhara da irmã. Como sempre, veio andando calmamente pela avenida que leva o nome de presidente. Uma mordida no quitute aqui e uma sugada no canudinho acolá, bom dia pra gatinha no ponto ônibus e um salve pra seu Maneco.

Já maquinando em sua mente os jobs que teria que enfrentar durante a semana, sentiu o forte sol das 8 da manhã (?) esquentar o futuro aeroporto de mosquito, viu o tiozinho molhando a grama do estabelecimento comercial e quis roubar-lhe a mangueira para sentar no jardim, molhar a nuca, esfriar a cabeça, sabe? Mas como a vida não tá fácil pra ninguém, desistiu e voltou a pensar nos jobs.

Com o pão de queijo no finalzinho e caldo de cana pela metade, foi atravessar a rua. Passo largo, firme, sossegado, de quem sabe aonde quer chegar. Pé direito, pé esquerdo, olha pro lado, anda, vai. Mas como a vida não tá fácil pra ninguém, muito menos pro coitado do asfalto quente, o safado resolveu pregar uma peça no publicitário malandrasso. No minúsculo instante que separa o pé do chão do pé no ar, a manta de piche passou um tranca no all-star velho de guerra. Publicitário é nego malandro, mas passar um nó na gravidade não dá! Assim como um pato que tenta alçar vôo, o sujeito atravessou a rua praticando movimentos de cai não cai, de corre e para, de pula e deita. Pra finalizar a execução da manobra abraçou o asfalto, deu-lhe um carinhoso beijinho e disse que o amaria pra sempre.





Resumo da ópera: Quando você estiver indo pro trabalho na segunda-feira de manhã e levar um tombão, que mais pareceu a perfomace da Jade Barbosa, não ache que sua semana vai ser um saco, cheia de contratempos e coisas ruins. Tenta ver o lado bacana, abre um sorriso, chega na agência contando pra todo mundo. Bom humor, por favor!


Postado por @akagordura que sempre
acorda de bom humor.


O redator fala que o diretor de arte só serve para enfeitar seus textos. O atendimento acha que o cara é uma máquina e faz com que sua pauta pareça uma listinha de compras. O pessoal da produção e mídia não acha que o cara é uma máquina, tem certeza! Sem contar aquele cliente que chega na agência as 17:58, senta na cadeira do seu lado, pede um café, diz que tá frio e fraco e mostra seus conhecimentos de harmonia das cores e diagramação. #NOT

Assim segue a saga do diretor de arte: se estrepa pra cortar um cabelo cacheado, vira noite pra diagramar o tablóide com um milhão de páginas e centas fotos de produto e ainda faz cara de queridão quando nego aparece com sua própria logomarca em JPEG em baixa resolução.
Mas ahhh, direção de arte é massa bixo, ver seu trampo grandão nos outdoores ou brilhando nos front-lights da Av. Miguel Sutil, mostrar um anúncio de revista pra geral no almoço de família, criar seu próprio estilo e sacar tudo de photoshop. Sem contar a delícia que é fazer catálogo de moda com aquelas modelos super gatas, né!?

Se você não gosta de telefone, se não consegue escrever uma frase sem erro de concordância e acha bem louco um muro grafitado multi colorido, você vai ser diretor de arte. Sorte ou lamento, sorriso ou lágrima. É o destino, amigo!


Postado Lucas aka Gordura que deixou a criação
para não conviver mais com
diretores de arte.

Se você adora HQ´s mas prefere os textos às figuras, se durante o almoço você lê o rótulo do vinagre, se sai pra jantar com a família e fica procurando erros de português no cardápio, BINGO: existe uma grande chance de você ser redator. Mas fique tranquilo, bons redatores tem um futuro próspero, juro. Na sua dupla de criação você parecerá coadjuvante, mas na sua cabeça o diretor de arte é apenas mais uma ferramenta da sua criatividade. Enquanto você mata aquele job rapidamente, o cara do seu lado fica durante horas recortando uma simples foto, ou seja, sua pauta sempre será maior do que a dele. Mas calma, corre a boca pequena que quem fica mais tempo na agência é o pessoal do pacote Adobe. Você ficará por horas montando um quebra-cabeça de palavras pra adaptar o título do anúncio na realidade do cliente:

- Escrevo o “para” ou será que pode ser “pra”? Vai exclamação ou ponto final?
Depois de alguns minutos nessa indecisão você tem a chamada e vai, correndo contra o tempo, fazer um texto todo trabalhado na criatividade, com cada palavra amarrada na idéia da chamada e completando a foto que você demorou horas pra encontrar.

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No outro dia, logo cedo, o atendimento aparece sorrateiramente ao seu lado, um suor gelado escorre em suas mãos e eis que vem a notícia: - O cliente gostou do texto e da imagem, mas acha que a chamada está um pouco viajada demais. É... sinceramente e rapidamente vem de dentro aquela vontade de mandar o cara que apresentou a peça pra casa do baralho. Mas não, mostre que sua criatividade é um poço sem fundo e que você fará, novamente, tudo de novo.

Apesar dessa rotina embaraçosa, ser redator é ótimo. É ter que renovar o estoque de trocadilhos, piadinhas e sacadas em todos os Jobs, eu disse todos. É achar VT’s sem falas e locuções o máximo e sonhar que um dia um cliente seu aprove um desses.

Palavras de um redator, graças a Deus.